Hospital Regional da Transamazônica comemora alta da 100ª paciente recuperada da Covid-19

O final da tarde de quinta-feira (2) foi de muita gratidão e emoção para dona Maria das Dores Cavalcante. A paciente, de 68 anos, é a 100ª pessoa a receber alta médica após 13 dias de internação para tratamento do novo coronavírus no Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira, sudoeste do Pará.

Minutos antes de sua saída da internação, familiares da idosa aguardavam ansiosamente na recepção do HRPT, uma das unidades de saúde do Governo do Estado. Com uma coroa na cabeça e segurando uma plaquinha escrita “Eu venci a Covid-19”, a despedida da paciente contou com aplausos e flores, um adeus digno de uma verdadeira rainha.

Na saída, emocionada, dona Maria foi aplaudida por dezenas de colaboradores da unidade, entre eles, os profissionais da saúde que cuidaram dela nos dias em que permaneceu internada lutando contra a doença. O trabalho desenvolvido por todos os trabalhadores no hospital estimula sempre uma despedida com salva de palmas e alegria na alta de pacientes recuperados.

Emocionadas, as filhas de dona Maria não resistiram e choraram ao avistarem a mãe sendo aplaudida pelo corredor e seguindo em direção a elas. “Os profissionais são anjos que cuidam da saúde das pessoas, desejo que Deus sempre possa protegê-los. Agora é recomeçar uma nova vida com a nossa rainha”, comemorou a filha Lucineia Nascimento.

A enfermeira Cerly Sousa foi uma das profissionais que cuidou da paciente. Para ela, é sempre uma vitória ver os usuários voltarem para casa.

“É uma satisfação muito grande para nós enquanto profissionais entregar para a sociedade nossa paciente de número 100. A dona Maria marcou as nossas vidas. Temos um grande carinho por ela. De uma forma bem humanizada, nós sempre costumamos conversar com nossos pacientes, ler cartinhas, falar com as famílias nesse momento de internação. Vamos ter muitas outras vitórias aqui”, afirmou a profissional.

A partir de agora, dona Maria irá continuar o tratamento cumprindo o isolamento domiciliar e sendo monitorada.

Texto:  Karine Sued Oliveira/HRPT

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