Policlínica Metropolitana registra 620 atendimentos no segundo dia

Políclinica Metropolitana (Foto: Bruno Cecim/Ag. Pará)

O segundo dia de funcionamento da Policlínica Metropolitana, como apoio para o sistema de saúde de Belém a pacientes com sintomas respiratórios (já diagnosticados ou não com o novo Coronavírus) contabilizou 620 atendimentos – quase 200 a mais que no primeiro dia (terça-feira, 21), quando foram registradas cerca de 500 consultas e/ou exames. Dos atendidos, 15 foram transferidos para internação em hospitais referenciados.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), os atendimentos foram retomados a partir das 9h desta quarta-feira (22). A grande demanda registrada no primeiro dia exigiu um realinhamento do fluxo de atendimento no local. A Sespa reforça que a Policlínica não é uma unidade de urgência e emergência, e sim uma estrutura remanejada para apoiar a porta de entrada dos casos de Covid-19.

Não é pronto-socorro – “É muito importante eu dizer que só deve procurar a Policlínica Metropolitana quem estiver com sintoma, mas não estiver em condição grave, porque ali não é pronto-socorro e nem Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A clínica não é adequada e não está preparada, estruturada para isto, e o paciente corre o risco de sofrer as consequências de estar em ambiente inadequado para situações de urgência e emergência”, frisou o governador Helder Barbalho em transmissão on-line, na noite desta quarta-feira.

A orientação da Sespa é o uso consciente do sistema de saúde nesse momento. Pacientes com insuficiência respiratória devem buscar UPAs e prontos-socorros. Sintomas leves de gripe não são indicativos para idas a hospital. O recomendado é ficar em casa, descansar e se hidratar.

Texto: Carol Menezes/Secom

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