Policlínica supera a marca de 16 mil atendimentos em 14 dias

O atendimento na Policlínica Metropolitana a pessoas com sintomas de síndrome respiratória aguda, que podem ser causados pelo Coronavírus, superou a marca de 16 mil. Os números referem-se às consultas e procedimentos, como exames laboratoriais e de imagem, para o diagnóstico da Covid-19. Desde o dia 21 de abril, a Unidade mudou o perfil de atendimento para desafogar as urgências durante a pandemia.

“Nossa operação encaixou. Estamos conseguindo atender a média de mil pessoas por dia. Hoje, como toda segunda-feira, é um dia característico de maior movimentação, como ocorre na maioria das urgências. Tínhamos cerca de 300 pessoas na fila, aguardando a abertura da Policlínica pela manhã. Por volta das 16h30 já estávamos com mais de mil atendimentos e tivemos que fechar as portas”, esclareceu Sipriano Ferraz, médico coordenador de contingência da Policlínica.

Dependendo dos sintomas, os pacientes podem ser orientados a seguir tratamento em casa com medicação ou podem passar por exames, como tomografia torácica para avaliar o funcionamento dos pulmões. Casos moderados e graves são encaminhados para internação no Hospital de Campanha, montado no Hangar Centro de Convenções ou hospitais de referência.

De acordo com Sipriano, durante o fim de semana, a procura por atendimento também foi alta, considerando o feriado de 1º de maio. Foram 1265 procedimentos na sexta-feira, 1093 procedimentos no sábado e 887 no domingo. “A capacidade operacional total é de mil atendimentos por dia. Mesmo fechando mais cedo, o trabalho continua dentro da Unidade até dez da noite. Hoje, estamos atendendo a demanda da rede pública e privada”, complementou o médico.

Texto: Dayane Baía/Secom

Foto: Marcelo Seabra/Ag. Pará

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