Sespa realiza oficina de capacitação para sistemas de informação

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), por meio da Divisão de Estudos Epidemiológicos, realiza no período de 05 a 09 deste mês o Curso de Capacitação do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan Net) e Tawbin. A atividade ocorre no Hotel Hangar, em Belém.

Segundo Jorge Andrade (foto à direita), assessor técnico da Divisão de Estudos Epidemiológicos, o objetivo da oficina foi capacitar os técnicos dos 13 Centros Regionais da Sespa que utilizam os sistemas do Ministério da Saúde (MS), que são alimentados pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação obrigatória, atualizada por meio da Portaria nº 104, de 25/01/201.

Essa listagem contempla mais de 40 agravos de importância epidemiológica, dentre os quais a dengue, meningites, hepatites, Doenças Respiratórias Graves, coqueluche, malária, leptospirose, Monitoramento das Doenças Diarreicas Agudas, atendimento antirrábico humano, doenças exantemáticas e acidentes com animais peçonhentos.

O Sinan Net foi desenvolvido para ser utilizado pelos pontos de digitação que não possuem acesso à internet estável a fim de permitir que os técnicos cadastrem os formulários para coletar, transmitir e disseminar dados gerados rotineiramente pelo Sistema para apoiar o processo de investigação e dar subsídios à análise das informações de vigilância epidemiológica das doenças de notificação obrigatória.

Fotos de José Pantoja (Ascom/Sespa)

De acordo com o chefe da Divisão de Estudos Epidemiológicos, Bruno Pinheiro (foto à esquerda), o uso desse sistema permite o acesso à informação para todos os profissionais de saúde e à comunidade e monitoramento desses dados pode beneficiar a população, com um planejamento da gestão municipal e estadual, priorizando ações integradas de medidas de controle dos riscos na origem e de proteção coletiva.

Em relação à oficina aplicada pela Sespa em Belém, os técnicos dos Centros Regionais serão multiplicadores para os demais profissionais de saúde dos municípios de abrangência. Nesse período foram abordados os seguintes assuntos: uso de ferramentas do programa para monitoramento dos casos de doença de notificação compulsória, emissão de relatórios, notificação, boletim de acompanhamento, duplo registro, homônimos, Tabwin, avaliação dos indicadores epidemiológicos e avaliação dos indicadores operacionais.

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