Hospital Galileu realiza V Semana da Segurança do Paciente

Pamela Mota, colaboradora no Hosptal Galileu, recebe brinde durante a dinâmica para reforçar a importância da segurança dos pacientes

Dentro de um ambiente hospitalar, práticas e ações estratégicas são necessárias para garantir a segurança do paciente. Quedas, infecções e troca de medicamentos são exemplos de situações que podem gerar graves consequências. Mantido pelo Governo do Pará, o Hospital Público Estadual Galileu (HPEG), em Belém, desenvolve diariamente práticas essenciais para a segurança no atendimento.

De acordo com o hospital, gerenciado pela Pró-Saúde, a implantação de uma cultura de segurança do paciente é fundamental para compor a estrutura de serviços que auxiliem e reforcem a implementação de diretrizes dentro de um hospital. A análise dessa cultura evidencia possíveis atitudes ou ações que possam gerar danos ao paciente.

“Conscientizar nossos colaboradores sobre a importância da segurança do paciente é fundamental, principalmente no cenário atual que vivemos. Isso contribui para minimizar os riscos e danos”, comenta Fernanda Pinheiro, enfermeira do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP).

Mensalmente, o Núcleo de Qualidade desenvolve ações e dinâmicas voltadas para o tema, com o objetivo de disseminar a cultura dentro da unidade e promover melhorias específicas na segurança do paciente.

Metas de Segurança do Paciente – Criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), as metas reúnem estratégias focadas em evitar situações que o coloquem em risco o paciente, e são elas:

– Identificação correta dos pacientes: todos os pacientes devem ser identificados corretamente, com no mínimo nome, sobrenome e data de nascimento.

– Comunicação efetiva: é importante que o médico compreenda as queixas e sintomas do paciente, quanto o paciente e sua família entenda o processo da doença, tratamento e prescrições.

– Melhorar a segurança dos medicamentos: padronizar procedimentos para garantir a segurança de armazenamento, movimentação e utilização de medicamentos.

– Cirurgia Segura: a iniciativa tem como objetivo diminuir os riscos cirúrgicos ao paciente.

– Redução dos riscos de infecção: A higienização das mãos, por exemplo, é um dos métodos simples para evitar infecções no ambiente hospitalar.

– Prevenção de queda e lesão por pressão: no ambiente hospitalar, e necessário identificar riscos de queda dos pacientes e agir preventivamente, evitando lesões.

“Durante a pandemia, percebemos o quão importante são essas metas. A meta 5, que fala sobre a correta higiene das mãos, vem salvando diversas vidas no mundo. Por isso, é fundamental que cada colaborador faça a sua parte e dissemine, também, essas informações entre os pacientes”, acrescenta a enfermeira do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP), Fernanda Pinheiro.

V Semana da Segurança do Paciente – Com o tema “A segurança dos trabalhadores da saúde é a segurança do paciente”, o HPEG, por meio do NQSP, promoveu a V Semana de Segurança do Paciente em 12 de fevereiro de 2021.

Com dinâmicas relacionadas ao tema, os participantes puderam compreender, de forma lúdica, a importância e necessidade do cumprimento das metas dentro de um ambiente hospitalar.

“Qual meta você tira o seu chapéu?”. Essa foi uma das brincadeiras que a colaboradora Pamela Motta participou. “Dentro de cada chapéu, existe uma meta de segurança. O objetivo da dinâmica é, justamente, escolher a meta e explicar sobre ela. Achei bem interessante”, disse ela.

Texto: Rafaela Palmieri/HPEG

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