Sespa apresenta experiências de Educação Permanente em Saúde em jornada acadêmica na UFPA
06/11/2026A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), por meio da Gerência de Educação Permanente em Saúde (GEP/CESA/DGTES), participou da Jornada Acadêmica em Saúde na Amazônia, realizada no período de 03 a 06 de novembro, na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém. O evento teve como tema “Saúde e Cidadania nas Populações Vulneráveis”, promovendo o diálogo entre conhecimentos acadêmicos, experiências profissionais e práticas de cuidado no contexto amazônico.

Foto: divulgação
Na ocasião, a Gerência esteve representada pelas técnicas Michelle Pena Nery Luz e Ecília Braga de Oliveira, que apresentaram dois trabalhos científicos voltados ao fortalecimento da Educação Permanente em Saúde (EPS) e à valorização das estratégias de formação e transformação das práticas de trabalho no Sistema Único de Saúde (SUS).
Os trabalhos apresentados foram intitulados de “Protagonismo da CIES no fortalecimento da Educação Permanente em Saúde no Pará: relato de experiência dos encontros interregionais” e “NEPS como dispositivos de transformação do trabalho no SUS: relato de uma experiência no Pará”.
Para Rafaela Chiappetta, Gerente de Educação Permanente GEP/CESA/DGTES, a jornada reafirmou o compromisso entre gestão, ensino-serviço. “A participação da GEP na Jornada Acadêmica em Saúde na Amazônia foi importante para dar visibilidade às experiências desenvolvidas pela SESPA e fortalecer o diálogo entre gestão, ensino e serviço. A apresentação dos dois trabalhos, com destaque para o fortalecimento das CIES e dos NEPs como dispositivos estratégicos da Educação Permanente em Saúde e para a integração ensino-serviço, reafirma o compromisso da DGTES com a qualificação dos processos de trabalho e o fortalecimento do SUS”.

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A participação na Jornada, reafirma o compromisso da secretaria com a produção e a socialização de conhecimentos, o fortalecimento das políticas de Educação Permanente em Saúde e a valorização das experiências desenvolvidas no território paraense. Além disso, evidencia a importância da articulação entre instituições de ensino, serviços de saúde e espaços de gestão para a construção de práticas mais qualificadas, participativas e comprometidas com a transformação do trabalho e a melhoria da atenção à saúde da população amazônica.



