Sespa realiza capacitação para controle da esquistossomose em municípios abrangidos pelo 4º CRS
26/03/2026
A Secretaria de Estado de Saúde Pública (SESPA), por meio da Coordenação Estadual dos Programas de Esquistossomose, Filariose, Geo-Helmintíases e Tracoma (PCEFGT) – Nivel Central e Programa de Controle de Esquistossomose do 4º Centro Regional de Saúde, em conjunto com a Area Tecnica do Programa Nacional de Vigilância e Controle da Esquistossomose CGHDE/DEDT/SVSA/MS, realizou, entre os dias 23 e 26 de março de 2026, uma oficina estratégica de instalação e capacitação no Sistema de Informação do Programa de Controle da Esquistossomose (SISPCE).
O evento ocorreu na Divisão de Vigilância em Saúde do 4º Centro Regional de Saúde (Capanema). A capacitação foi voltada para capacitação para 15 técnicos dos municípios, 4CRS e Nível Central da Sespa e contou com a participação de técnicos e profissionais de vigilância dos municípios de Capanema, Bragança, Cachoeira do Piriá, Primavera e Quatipuru.
A iniciativa buscou:
Capacitação Técnica: Orientar os profissionais sobre a instalação, utilização e alimentação correta do sistema SISPCE.
Fortalecimento da Vigilância: Otimizar o diagnóstico, registro e monitoramento das atividades de controle da esquistossomose e geo-helmintíases no Pará.
Meta 2030: Avançar na erradicação desses agravos como problema de saúde pública, conforme a meta nacional estabelecida para a próxima década.
Esta ação reafirma o compromisso do Governo do Pará em fortalecer as estratégias de controle de doenças tropicais negligenciadas em nosso território, garantindo um SUS mais integral e efetivo para a população, visando o alcance da meta nacional de eliminação da esquistossomose como problema de saúde pública até 2030.
A coordenadora estadual dos Programas de Vigilância e Controle da Esquistossomose, Filariose, Geo-helmintos e Tracoma da Sespa, Antonilde Arruda, destacou a importância do treinamento para ampliar a eficiência do sistema. “Estamos reunindo representantes dos municípios endêmicos para capacitá-los quanto ao uso do SISPCE, que registra todas as atividades desenvolvidas no território, desde a busca ativa de pacientes até os atendimentos nas unidades de saúde. Essas informações são fundamentais para a formulação de políticas públicas de prevenção e controle da esquistossomose”, ressaltou.


