Fim de semana com ‘Bloquinho do Cuidado’ no HRPA transforma a rotina dos pacientes internados
23/02/2026
Em meio à rotina assistencial deste último fim de semana, o clima irreverente de Carnaval seguiu presente nos setores de pediatria e hemodiálise do Hospital Regional Público do Araguaia (HRPA), em Redenção, com a passagem do “Bloco do Cuidado”, que encerrou o amplo período carnavalesco na unidade levando para os “corredores da avenida” de atendimento sensibilidade, respeito ao ambiente assistencial que proporcionou um momento de acolhimento, leveza e bem-estar, mesmo durante o período de internação.Respeitando os critérios de segurança do paciente, conforto e controle de infecção hospitalar, a ação foi planejada e executada por profissionais da unidade e voluntários, tendo as temáticas dos grupos, “Plantão do Riso” e “O Amor é contagioso”, respectivamente, os pacientes participaram do Arrastão Cultural, ação que teve o objetivo de acolher aqueles que não estão aptos a participarem das festas fora do ambiente hospitalar durante uma das maiores celebrações populares do país. 

“A alegria desse momento reduz a ansiedade, promove o conforto emocional e torna a experiência hospitalar mais acolhedora e digna. A humanização está justamente em olhar para além da doença e reconhecer que cada pessoa em sua totalidade. A emoção traz uma satisfação e potencializa a alta médica”, analisa a pedagoga do HRPA Rita Alves.
A iniciativa faz parte das ações contínuas de humanização do HRPA voltadas para a experiência do paciente, mantendo o foco no cuidado que reforça a transformação da rotina hospitalar em um ambiente mais leve, humanizado e acolhedor para crianças e adultos em internação.
Entre as participantes entusiasmadas estava Ayla Lima, 8 anos, que se divertiu na pediatria acompanhada de sua mãe, Jocilia Ferreira, de 38 anos, que avaliou positivamente sendo um suporte afetivo no acompanhada da criança.“Gostei muito do evento. Foi bastante produtiva a atividade, que deixou a Ayla menos estressada e com mais aceitação ao acompanhamento. A internação deixa a criança mais agitada, porque é acostumada a brincar, a sair para passear e, de repente, ficar por dias dentro de um hospital, ela sente falta das atividades do dia a dia e isso acaba não colaborando para o tratamento”.
Texto e fotos: Pallmer Barros (Ascom/HRPA)

